Oi. Sou Daniel Pellizzari e moro em Porto Alegre. Escrevi uns livros, editei mais alguns, traduzi outros tantos. Aqui tem um livro meu de graça. Também sou ex-colunista de games da Folha de S. Paulo, colaborador eventual do Blog do IMS, cocriador de uma graphic novel que um dia talvez fique pronta, alimentador de álbuns de recortes e, muito vezenquando, escultor de drones. Era isso; tome lá um abraço e até mais ver.


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amores expressos: dublin (2007)





bibliografia

Publicados
Digam a Satã que o recado foi entendido. Romance.
[Amores Expressos: Dublin]. Companhia das Letras, 2013.
Blog da viagem.

Melhor seria nunca ter existido. Contos bem curtos, 1996-2003.
Livros do Mal 2.0, 2012.
Ebook gratuito e sem DRM aqui.

Dedo negro com unha. Uma farsa épica contendo as mais abstrusas, discutíveis, taumatúrgicas e desopilantes desventuras ocorridas desde o início dos tempos até os atribulados dias pentadiluvianos.
DBA, 2005.

O livro das cousas que acontecem. Fábulas metarrealistas.
Ilustrações de Luiz Pellizzari. Livros do Mal, 2002.

Ovelhas que voam se perdem no céu. Contos 1996-2001.
Livros do Mal, 2001.
Esgotado.

Contos de Daniel. Minicontos ilustrados.
Editora Batman, 1980.


Em progresso
Ser elogiado, não ser criticado, ganhar, não perder, ser feliz, não ser infeliz, ser reconhecido, não ser ignorado. Romance.
Previsão de término: quando ficar pronto.

Água peluda. HQ. [Roteiro concluído, arte em progresso]
[Furry water]. Com Rafael Grampá. Dark Horse Comics.
Previsão de término: quando ficar pronto.


Traduzidos
Pecore che volano si perdono nel cielo
[Ovelhas que voam se perdem no céu]. Itália.
19 racconti velocissimi, allucinati, visionari e psichedelici che citano Kafka e Lewis Carroll, le immagini di Cronenberg e Ferrara e le suggestioni di Cortázar.
Trad. Patrizia Di Malta. Arcana Libri/Fazi, 2004.


Antologias
Lusofonica. La nuova narrativa in lingua portoghese.
La Nuova Frontiera, 2006. Itália.

Contos do novo milênio. Os melhores contistas gaúchos dos últimos 25 anos.
Org. Charles Kiefer. IEL, 2006.

Sex'n'Bossa Antologia di narrativa erotica brasiliana.
Org. Patrizia Di Malta. Mondadori, 2005. Itália.

Contos de bolso
Casa Verde, 2005.

Wunderblogs.com
Barracuda, 2004.

Os cem menores contos brasileiros do século
Org. Marcelino Freire. Ateliê Editorial, 2004.

Geração 90: Os trangressores. Os melhores contistas brasileiros surgidos no final do século XX.
Org. Nelson de Oliveira. Boitempo, 2003.

Pata maldita. Folhetim coletivo.
Org. Felipe Rangrab. Armazém Digital, 2001.

Contos de oficina 18
Org. Luiz Antonio de Assis Brasil. Edipucrs, 1997.

Jovem escritor 90
Org. Academia Literária Feminina do RS. Nova Dimensão, 1990.


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traduções

William T. Vollmann
[Europe Central]. Em progresso.

Mark Beyer
[Amy and Jordan]. Em progresso.

Donald Barthelme
[The dead father]. No prelo.

Donald Barthelme
[40 stories]. No prelo.

Paul Pope. Bom de briga
[Battling boy]. Companhia das Letras, 2014.

Irvine Welsh. Skagboys
[Skagboys]. Com Daniel Galera. Rocco, 2014.

John Jeremiah Sullivan. Pulphead
[Pulphead]. Com Chico Mattoso. Companhia das Letras, 2013.

Gail Scott. Minha Paris
[My Paris]. A Bolha, 2014.

Jeffrey Eugenides. As virgens suicidas
[The virgin suicides]. Companhia das Letras, 2012.

David Foster Wallace. Ficando longe do fato de já estar meio que longe de tudo
[Antologia de não ficção]. Com Daniel Galera.
Companhia das Letras, 2012.

Marc Bell. Shrimpy e Paul
[Shrimpy and Paul and friends]. A Bolha, 2012.

Mark Beyer
[Agony]. Inédita.

Adam Ross. Mr. Peanut
[Mr. Peanut]. Companhia das Letras, 2012.

David Mazzucchelli. Asterios Polyp
[Asterios Polyp]. Companhia das Letras, 2011.

Dav Pilkey/Sue Denim. Os coelhos tapados & Os coelhos tapados vão ao zoológico
[The dumb bunnies & The dumb bunnies go to
the zoo]. Cosac Naify, 2012.

Bhanu Kapil. Incubação
[Incubation]. A Bolha, 2012.

Aline Kominsky-Crumb. Essa Bunch é um amor
[Love that Bunch]. Conrad, 2011.

Matt Madden.
[99 ways to tell a story]. Inédita.

Robert Darnton. A questão dos livros
[The case for books]. Companhia das Letras, 2010.

David Mitchell. Menino de lugar nenhum
[Black Swan Green]. Companhia das Letras, 2008.

Neil Gaiman et al. Sandman
Volumes 3 a 10. Conrad, 2005-2008.

Charles Burns. Black hole
2 volumes. Conrad, 2007-2008.

Hunter S. Thompson. Medo e delírio em Las Vegas
[Fear and loathing in Las Vegas]. Conrad, 2007. L&PM, 2010.

Lawrence Durrell. O quarteto de Alexandria
[The Alexandria quartet]. 4 volumes. Ediouro, 2006.

Irvine Welsh. Pornô
[Porno]. Com Daniel Galera. Rocco, 2006.

Rosalind B. Penfold. Mas ele diz que me ama
[Dragonslippers]. Ediouro, 2006.

William S. Burroughs. Almoço nu: versão definitiva
[Naked lunch: the restored text]. Ediouro, 2005.

Hunter S. Thompson. Rum
[The rum diary]. Conrad, 2005.

Hunter S. Thompson. Screwjack
Conrad, 2005.

Marty Beckerman. Geração T.E.E.N.
[Generation S.L.U.T.]. Ediouro, 2005.

Jim Thompson. 1280 almas
[Pop. 1280]. Ediouro, 2005.

Irvine Welsh. Trainspotting
Com Daniel Galera. Rocco, 2004.

Denton Welch. Primeira viagem
[Maiden voyage]. Inédita.

David Zeman. Síndrome de Pinóquio
[The Pinocchio syndrome]. Planeta, 2005.

Rita Marley. No woman no cry
[No woman no cry]. Planeta, 2004.

John Reed. A vez do Bola-de-Neve
[Snowball's chance]. Planeta, 2003.


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blog do IMS

Cinco notas sobre a franqueza
Sinceridade, autenticidade, Tom McCarthy, David Foster Wallace e todos nós

Esboço da artista enquanto musa da Geração Y
Perfil-entrevista com a atriz, escritora e ex-pornstar Sasha Grey

Game of Thrones: os sete reinos da incerteza
Pitacos sobre a primeira temporada da série da HBO e os livros que a sustentam

Histórias sem fim
Lendo Cantiga, de Blexbolex, com meus dois filhos pequenos

Sim, os mortos são uma gentinha
A estreia em brasileiro de Daniil Kharms (1905-1942), absurdista russo que me plagiou

Vitória do conto, por nocaute
O Nobel de Alice Munro e a revanche de um gênero castigado pelo mundo editorial

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álbuns de recortes

kaliyuga blues
no mercy for vegan satanists.

gostosa
para com isso, mulher.

frações
andei sublinhando.

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Conforme orientam as regras do bom, belo & correto, este complexo portal foi produzido em puro HTML tosqueira digitado no glorioso editor Sublime Text. O Manifesto da Web Independente, que traduzi no início de 1997, segue ao mesmo tempo profético e atual. Morte à internet homogeneizada: 1999 nunca terá fim.